Domingo, 26 de Setembro de 2010

 

Se não for contigo, não vai ser com mais ninguém.

Não sei como é que se consegue gostar tanto duma pessoa só.


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publicado por Petit Mimi às 22:23 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

 

"Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz.

E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade!"


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publicado por Petit Mimi às 12:42 | link do post | comentar | ver comentários (3)

Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

 

Fui ao Dia da Defesa Nacional. A.k.a : dia em que nos tentam convencer à força toda a juntarmo-nos às forças armadas, não vá agora Portugal entrar em guerra. Ui, é que nós, com estes recursos naturais e humanos todos, somos um pitéu para o inimigo!

Enfim. Quem já foi sabe do que estou a falar, e quem não foi... Upa upa, nem sabem o que vos espera. Ok, não vos espera grande coisa, mas estou a tentar não ser desmancha-prazeres. Até foi mais ou menos giro, e fiquei com vontade de pilotar aviões. Embora o mais perto que alguma vez estarei disso é na feira popular, eu sei.

Só queria mesmo dizer é que voltei de lá doente. Muito doente, ao ponto de mal me aguentar em pé. E amanhã começa a praxe... Sim senhor, estamos numa bela situação!

 

 

Ps - Para todas vocês que, tal como eu, entram esta semana académica... Um grande beijinho de boa sorte, e muitos benurons para curar as dores no corpo :)


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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

 

Sinto-me com vontade de me esconder de tudo, tudo. Correr para debaixo dos lençóis e ficar lá, até passar...

Mas não nos podemos esconder da vida. Pelo menos é o que me têm dito...


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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

 

Somos tão parecidos com estes dois, nós...


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Domingo, 12 de Setembro de 2010

 

Querem saber quem foi que entrou na faculdade de Psicologia do Porto, querem?

Parece que sou caloira. É estranho dizer isto, caloira. Ca-loi-ra. É estranho.

A partir de amanhã começa uma nova etapa na minha vida. E se por um lado estou super entusiasmada com isso, por outro lado estou borrada de medo.


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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010


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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

 

E a vontade que eu tenho de dançar?

Amanhã vão ver, vou pôr a preguiça de lado, tirar o rabinho da cama e colocar o volume da parelhagem no máximo.

Dance the troubles out



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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

Os meus amigos deram agora conta que postar declarações de amor no Facebook era uma coisa muito "in". Há aqui uns meses, era vê-los no hi5 a deixar coments nas fotos, do tipo "és-me tudo", mas agora o hi5 está fora de moda, já toda a gente sabe disso, por isso o que está a dar é ir para o Facebook expôr ao mundo o nosso amor.

É bonito, sim senhor, chegar lá e ver o mural cheio de «AMOOOO-TE»'s, ou poesias do género «é contigo que eu quero estar./ a ti me quero abraçar./ é contigo que quero ficar./ é a ti que eu quero amar.». É bonito, então não havia de ser? Ver nas informações de perfil que a fulana X é casada com o fulano Y, quando na verdade só namoram há 15 dias. É quase tão bonito como estar em primeiro no top do hi5, pois, mas é verdade, o hi5 já está fora de moda.

A mim ninguém me tira da cabeça que não há nada como dizer "Amo-te" olhos nos olhos de quem se ama. Ou sussurrar canções de amor ao ouvido. Ou enviar postais com poemas da Florbela Espanca. Mas isso sou eu, e vocês sabem que eu também poderia ser considerada "fora de moda" sob muitos pontos de vista.

E não, não estou a insinuar que os meus amigos não façam estas coisas também. Nem tão pouco me considero melhor que eles. Só que há coisas que gosto de manter privadas. Sinceramente, não me interessa que os supostos 300 amigos do Facebook saibam que fiz 5 meses de namoro, ou que gostei muito daquela tarde, ou que vamos ficar juntos para sempre. Nem gosto de fazer declarações de amor que um bando de desconhecidos possa comentar. Nem publicar fotos de beijos, e carícias, e coisas que tais.

Há momentos que são mais bonitos vividos a dois, não a 300. Só isso.



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Venho aqui para vos dizer que não, Coimbra não tem mais encanto na hora da despedida. Aliás, creio que nenhum lugar no mundo tenha encanto quando nos despedimos.

Coimbra é uma cidade linda, sem dúvida, mas na hora da despedida todo o brilho adicional que nela encontrámos não passa das lágrimas que tentamos prender nos nossos olhos.

Quando o comboio se afastava, esqueci-me completamente do Mondego translúcido a reflectir os últimos raios do sol, ou das pontes discretas, tão diferentes das sumptuosas pontes do Douro, e só conseguia ver ali o meu amor, cada vez mais pequeno no horizonte, cada vez mais distante.

Sei que no fundo somos uns sortudos, por ter um fim de semana assim, cheio de sol, passeios de mão dada, uma casa só para nós com um sofá demasiado confortável para não se dormir nele. E sei que é dias assim que fazem tudo valer a pena.

Mas quando o comboio arrancou apeteceu-me ficar, não haver despedida nenhuma que me afastasse dele.


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publicado por Petit Mimi às 17:25 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010

 

Eu tenho um problema.

O meu problema é que quero uma mala destas e não tenho. Ainda.



publicado por Petit Mimi às 20:34 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

PS: Parece que o tema "românticodepressivolamechas chegou para ficar. Habituem-se ou fujam enquanto podem.

 


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publicado por Petit Mimi às 15:00 | link do post | comentar

 

Amanhã eu me enfiasse num comboio e lhe fosse fazer uma visita?

 

E convencer a mamã a deixar-me ir?



publicado por Petit Mimi às 11:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

O que eu queria era poder dar-te a mão sempre que me apetecesse. Que estivesses tão perto que nem desse para sentir a tua falta. Que não precisasse de ouvir a voz irritante do atendimento da Vodafone "O cliente para o qual ligou não pode neste momento ser contactado" porque afinal, se estivesses sempre comigo, não precisaria de ligar.

Acho que no fundo, o que eu queria mesmo, é que aqueles dias só nossos nunca terminassem, que de 5 se transformassem em 50 mil, e que eu nunca mais tivesse de adormecer sozinha. Não é que eu não goste de estar sozinha, porque até gosto, mas descobri que gosto ainda mais de estar contigo. De sentir o teu cheiro, de almoçarmos com uma mão entrelaçada debaixo da mesa, de deitar a cabeça no teu ombro quando estou cansada, e de acordar a meio da noite para te tapar. Não quero que te constipes.

Uma vida assim parece bonita, e eu dou por mim a suspirar por ela a cada minuto. Porque agora voltaram os dias cinzentos, solitários, tu tão longe que não te posso dar a mão debaixo da mesa, mesmo que queira. E eu queria tanto!...



publicado por Petit Mimi às 21:34 | link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Parece que o que está na moda são amores impossíveis. Amores difíceis, amores cheios de drama. Parece que hoje em dia, só têm realmente interesse aqueles amores que dariam um filme, pois claro, dariam um filme por tão complicados que são, que já nenhum realizador de Hollywood quer fazer filmes sobre amores banais.

Estão na moda é amores por homens mais velhos, amores à distância, amores homosexuais, amores proibidos, amores à primeira vista. São sobre estes que mais se escreve, são estes que andam na boca de toda a gente, são estes que ocupam o imaginário de meninas a entrar na adolescência. Os outros amores, os simples e desafogados, os que existem sem grandes precalços e aventuras, esses parecem esquecidos, adormecidos na banalidade que os representa.

 

No entanto, não é com pena que digo que o nosso amor pertence a esse grupo. Não, não temos uma história de amor cheia de tramas. Não, não foi amor à primeira vista. Nem à segunda, nem à terceira. Não, nunca fomos proibidos pela família. No fundo, temos uma história simples, igual à de tantos casais por aí.

Não passamos de dois putos que se conheceram muitos anos antes, e que nunca, por momento algum, pensaram apaixonar-se um pelo outro. Duas crianças a despontar, que nunca atravessaram a ténue linha entre a amizade e o amor. Eu tinha os meus interesses, tu os teus. Eu tive as minhas paixões, tu tiveste as tuas. E foi por acaso - sim, por mero acaso - que nos voltamos a encontrar, a falar, e a perceber que talvez valesse a pena arriscar. Atravessar para o outro lado da linha.

Já lá vai mais de um ano. Hoje, tu és parte daquilo que sou, e eu gosto de acreditar que será assim para sempre. Não sei se vai ser, mas espero que sim. Há dias difíceis, nem sempre é fácil superar os obstáculos. Mas, no geral, temos uma relação a que muitos chamariam "monótona". Nunca precisei de fugir de casa às escondidas para estarmos juntos, os meus pais sempre gostaram de ti, somos da mesma idade, nunca tive um ex-namorado psicótico que me ameaçasse ... A verdade é que não sonho mais com amores impossíveis, porque a tranquilidade que tu me dás supera bem qualquer drama romântico desses que estão na moda.

O nosso amor banal faz-nos felizes. A pior parte, amorzinho, é que provavelmente Hollywood nunca vai realizar um filme sobre nós.


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publicado por Petit Mimi às 11:05 | link do post | comentar | ver comentários (2)

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