Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

O que eu queria era poder dar-te a mão sempre que me apetecesse. Que estivesses tão perto que nem desse para sentir a tua falta. Que não precisasse de ouvir a voz irritante do atendimento da Vodafone "O cliente para o qual ligou não pode neste momento ser contactado" porque afinal, se estivesses sempre comigo, não precisaria de ligar.

Acho que no fundo, o que eu queria mesmo, é que aqueles dias só nossos nunca terminassem, que de 5 se transformassem em 50 mil, e que eu nunca mais tivesse de adormecer sozinha. Não é que eu não goste de estar sozinha, porque até gosto, mas descobri que gosto ainda mais de estar contigo. De sentir o teu cheiro, de almoçarmos com uma mão entrelaçada debaixo da mesa, de deitar a cabeça no teu ombro quando estou cansada, e de acordar a meio da noite para te tapar. Não quero que te constipes.

Uma vida assim parece bonita, e eu dou por mim a suspirar por ela a cada minuto. Porque agora voltaram os dias cinzentos, solitários, tu tão longe que não te posso dar a mão debaixo da mesa, mesmo que queira. E eu queria tanto!...



publicado por Petit Mimi às 21:34 | link do post | comentar

2 comentários:
De adele schulze a 2 de Setembro de 2010 às 22:11
É uma contagem decrescente até o teres ao pé de ti. Um bonito texto.
Beijinhos.


De unprecious a 7 de Setembro de 2010 às 13:48
"Não é que eu não goste de estar sozinha, porque até gosto, mas descobri que gosto ainda mais de estar contigo."
Adorei :)
(já te adicionei)


Comentar post

mais sobre mim
arquivos

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010